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	<title>Administrando.net &#187; Negócios</title>
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	<description>Gestão, marketing e finanças na era da informação.</description>
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		<title>Brasil &#8211; da pobreza ao sucesso empresarial</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 16:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Biografias]]></category>

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		<description><![CDATA[é impressionante o número de exemplos de pessoas que saíram praticamente do zero e construíram grandes fortunas à custa de seu próprio trabalho. O Brasil está cheio deles, e segundo pesquisas acadêmicas, a possibilidade de um brasileiro ter melhores condições de vida do que a de seus pais é de 4,5 vezes maior do que a de ele ter decaído, mais que o dobro do registrado na potência americana, "a terra das oportunidades". Tenho que concordar com a pesquisa do sociólogo da Iuperj: meus avós não tinham nem o 1o grau, meus pais completaram o 2o, e eu e meu irmão estamos na faculdade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito de ler biografias de grandes empresários. Adquirir conhecimento através da experiência dos outros é uma boa forma de descobrir novos caminhos e possibilidades,  conhecer diferentes visões de mundo, muito úteis quando passamos por situações similares.</p>
<p>E é impressionante o número de exemplos de pessoas que saíram praticamente do zero e construíram grandes fortunas à custa de seu próprio trabalho. O Brasil está cheio deles, e segundo pesquisas acadêmicas, a possibilidade de um brasileiro ter melhores condições de vida do que a de seus pais é de 4,5 vezes maior do que a de ele ter decaído, mais que o dobro do registrado na potência americana, &#8220;a terra das oportunidades&#8221;. Tenho que concordar com a pesquisa do sociólogo da Iuperj: meus avós não tinham nem o 1o grau, meus pais completaram o 2o, e eu e meu irmão estamos na faculdade.</p>
<p>Em <a title="Milionarios saidos do zero" href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0140360.html" target="_blank">reportagem no portal EXAME</a>, da editora abril, encontrei uma matéria sobre seis grandes homens de negócios, saídos da pobreza e atualmente milionários. Gostei dos relatos pela simplicidade, pela humildade, e mais ainda por não ter um tom piegas.</p>
<p>Exemplos como o de Alberto Saraiva, dono da rede Habbib&#8217;s, que teve o pai assassinado e assumiu uma padaria falida aos 19 anos &#8211; tendo inclusive que virar padeiro -, ou de Élio D’Ávila, dono da agência de turismo Flytour e que já teve que dormir em banco de praça, mostram que para quem tem garra  &#8211; e sabe aproveitar uma oportunidade  quando a tem &#8211; é possível ir longe.</p>
<p>Leitura mais que recomendada.</p>
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		<title>Entenda o que são créditos de carbono</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 04:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Na maré do desenvolvimento sustentável, a onda da vez são os chamados créditos de carbono. Segundo relatório do Banco Mundial, este mercado movimentou US$ 30 bilhões em 2006, um aumento de 3 vezes em relação ao ano anterior. Mas o que são créditos de carbono? Como funciona este mercado? E qual o seu objetivo? Origem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na maré do desenvolvimento sustentável, a onda da vez são os chamados créditos de carbono. Segundo relatório do Banco Mundial, este mercado movimentou US$ 30 bilhões em 2006, um aumento de 3 vezes em relação ao ano anterior. Mas o que são créditos de carbono? Como funciona este mercado? E qual o seu objetivo?</p>
<p><strong>Origem</strong></p>
<p>O <a href="http://www.onu-brasil.org.br/doc_quioto.php" title="Protocolo de Quioto" target="_blank">Protocolo de Quioto</a>, acordo assinado em 1997 na cidade de Quioto &#8211; Japão  por mais de 160 países e que busca  soluções para o problema de aquecimento global, determina que seus signatários diminuam em 5,2% em relação ao ano de 1990 a quantidade de gases poluentes lançados à atmosfera, de 2008 a 2012. Estes gases do efeito estufa (GEE) foram tabelados em um sistema chamado Potencial de Aquecimento Global (em ingles, Global Warming Potential). Ao CO2 foi atribuído o peso 1. Existem gases, como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hexafluoreto_de_enxofre" title="hexafluoreto de enxofre" target="_blank">Hexafluoreto de enxofre </a>que possuem peso 23900.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://administrando.net/wp-content/uploads/2008/02/800px-carbon-dioxide.png" alt="molecula de CO2" height="49" width="168" /></p>
<p>1 crédito de carbono corresponde a 1 tonelada de CO2 equivalente. Para entendermos melhor os números, produzimos uma tonelada de CO2 equivalente quando:</p>
<ul>
<li>Dirigimos 2.080km  em um carro comum;</li>
<li>Utilizamos o computador por 10.600 horas;</li>
<li>Criamos uma vaca leiteira por oito meses.</li>
</ul>
<p>Um brasileiro comum produz em média 1.7ton/ano. O planeta produz 25 bilhões/ano, sendo que os EUA produzem 6 bilhões.</p>
<p><strong>O mercado</strong></p>
<p>O Protocolo de Quioto criou alguns mecanismos para auxiliar na redução dos gases poluentes na atmosfera, entre eles o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).  Um projeto que resultar na diminuição do impacto ambiental e for aprovado pelo MDL poderá lançar papéis no mercado. Os países desenvolvidos que não cumprirem suas metas de redução de emissões podem compensar o problema comprando créditos de países em desenvolvimento (que não são obrigados a atingir metas). No caso do Brasil,  a autoridade responsável pela avaliação dos projetos é a <a href="http://www.mct.gov.br/clima" title="CIMGC" target="_blank">Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima</a> (CIMGC), presidida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Tais projetos estão relacionados a reflorestamentos, ao desenvolvimento de energias alternativas, eficiência energética, controle de emissões, entre outros. Aprovados, os papeis são então negociados em uma bolsa, como por exemplo a <a href="http://www.chicagoclimatex.com/" title="Chicago Climate Exchange" target="_blank">Chicago Climate Exchange</a>.  Atualmente, um crédito de carbono brasileiro é negociado a 5 dólares.</p>
<p><strong>Os perigos</strong></p>
<p>Em um primeiro momento cheguei a pensar que tal mercado estaria fazendo com que os países desenvolvidos pudessem comprar o direito de poluir e continuar com a má utilização de seus recursos, e que o planeta continuaria na mesma situação calamitosa. De certa forma eles estão comprando sim o direito de poluirem o ambiente, mas até o limite de redução imposto pelo protocolo. O dinheiro da venda dos créditos ajudaria aos países em desenvolvimento a investirem em políticas de crescimento sustentável.</p>
<p>Mas nem tudo é um mar de rosas. Como é um mercado ainda muito incipiente e sem regras claras, existe espaço para que especuladores financeiros se aproveitem da idéia, e o que era para ajudar o ambiente acabe se tornando mais um mercado. Além disso, analisando o histórico brasileiro, é difícil acreditar que a renda obtida com projetos MDL vá para a população pobre, para o pequeno produtor rural ou empresário que resolveu otimizar seus processos. Me preocupo com o risco de estas transações acabarem apenas nas mãos de grandes corporações, tornando-se apenas mais uma fonte financeira para tais empresas.</p>
<p>Nos resta acompanhar o desenrolar dos fatos para ver onde isso irá desenbocar. E você, o que acha do mercado de créditos de carbono? Deixe sua opinião. <img src='http://administrando.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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