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	<title>Administrando.net &#187; Finanças</title>
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	<description>Gestão, marketing e finanças na era da informação.</description>
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		<title>Mais tempo, mais dinheiro</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe um velho ditado popular que diz que quando somos jovens, possuímos tempo e saúde, mas não dinheiro. Quando adultos, dinheiro e saúde, mas nos falta tempo. Quando finalmente aposentados, temos o tempo e o dinheiro necessários, mas já nos falta a saúde. Como escapar dessa situação, encontrando um equilíbrio dos fatores tempo e dinheiro enquanto ainda temos saúde? Leia o livro Mais Tempo, Mais Dinheiro de Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um velho ditado popular que diz que quando somos jovens, possuímos tempo e saúde, mas não dinheiro. Quando adultos, dinheiro e saúde, mas nos falta tempo. Quando finalmente aposentados, temos o tempo e o dinheiro necessários, mas já nos falta a saúde. Como escapar dessa situação, encontrando um equilíbrio dos fatores tempo e dinheiro enquanto ainda temos saúde?</p>
<p>Esta é a proposta do Livro <em><a title="Mais Tempo, Mais Dinheiro" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21598921/mais+tempo,+mais+dinheiro?franq=251683" target="_blank">Mais Tempo, Mais Dinheiro</a>, </em>de Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa. Este, consagrado autor sobre gerenciamento do tempo e criador da Triade Consulting, aquele um dos autores prediletos de finanças pessoais deste que vos escreve.</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://administrando.net/wp-content/uploads/2010/09/mais-tempo.jpg"><img class="size-full wp-image-123 alignleft" title="Mais Tempo, Mais Dinheiro" src="http://administrando.net/wp-content/uploads/2010/09/mais-tempo.jpg" alt="" width="222" height="222" /></a></p>
<p>O <a title="Mais Tempo, Mais Dinheiro" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21598921/mais+tempo,+mais+dinheiro?franq=251683" target="_blank">livro </a>tem um tom descontraído, e como de praxe do Gustavo e do Christian, não fornece uma “receita de bolo” ou solução instantânea para problemas, mas dicas e orientações sobre como proceder de modo a encontrar um equilíbrio, tanto financeiro quanto na agenda.</p>
<p>Deixando claro que <em>“suas decisões de hoje influenciam toda sua vida futura, determinando o ritmo de construção – ou destruição – de seu bem-estar e prosperidade”</em>, os autores mostram através do que chamam de “ciclos pessoais” uma abordagem interessante a ser cultivada em nossas vidas, tanto no lado profissional quanto pessoal.</p>
<p>Embora algumas vezes o tom beire a auto-ajuda, isso não chega a prejudicar o conteúdo do <a title="Mais Tempo, Mais Dinheiro" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21598921/mais+tempo,+mais+dinheiro?franq=251683" target="_blank">livro</a>. Em seus 11 capítulos, as seções que achei mais interessantes incluem a busca de uma melhor qualidade de consumo e dicas para remover o improdutivo de nossas vidas.</p>
<p>Com 261 páginas, <a title="Mais Tempo, Mais Dinheiro" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21598921/mais+tempo,+mais+dinheiro?franq=251683" target="_blank"><em>Mais Tempo, Mais Dinheiro</em></a>, editado pela Thomas Nelson Brasil é recheado de idéias que podem nos ajudar a sermos mais produtivos, em um casamento entre finanças pessoais e gestão do tempo que deu muito certo.</p>
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		<title>CPMF: devemos por um fim a este mal</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 18:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[1996. O Brasil conquista 3 medalhas de Ouro na Olimpíada de Atlanta. Boris Yeltsin é reeleito presidente da Rússia. A lei que proíbe o fumo em ambientes públicos fechados é sancionada no Brasil. A Ovelha Dolly é criada. O Grêmio é campeão brasileiro. Enquanto isso, na Esplanada dos Ministérios, era criada a CPMF – Contribuição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>1996. O Brasil conquista 3 medalhas de Ouro na Olimpíada de Atlanta.  Boris Yeltsin é reeleito presidente da Rússia. A lei que proíbe o fumo em ambientes públicos fechados é sancionada no Brasil. A Ovelha Dolly é criada. O Grêmio é campeão brasileiro.</p>
<p>Enquanto isso, na Esplanada dos Ministérios, era <a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legislacao.nsf/fraWeb?OpenFrameSet&amp;Frame=frmWeb2&amp;Src=%2Flegislacao.nsf%2FViw_Identificacao%2Flei%25209.311-1996%3FOpenDocument%26AutoFramed" title="Lei de criação da CPMF" target="_blank">criada a CPMF</a> – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira. Sua cobrança, iniciada em 23/01/97, tinha como finalidade resgatar o <a href="http://www.saude.gov.br/susdeaz" title="Sistema Unico de Saude" target="_blank">SUS</a> do buraco em que se encontrava. Adib Jatene, então Ministro da Saúde no governo FHC, lutou por tal criação, vinculada ao <a href="http://www.fns.saude.gov.br/" title="Fundo Nacional de Saúde" target="_blank">Fundo Nacional de Saúde</a>, com o objetivo de complementar o financiamento do setor (30% do orçamento de seguridade), enquanto o governo  reorganizava suas contas, incluindo uma reforma tributária.</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://administrando.net/wp-content/uploads/2007/08/historico-da-cpmf.png" title="historico da CPMF"><img src="http://administrando.net/wp-content/uploads/2007/08/historico-da-cpmf.png" style="width: 455.268px; height: 154.118px" alt="historico da CPMF" height="261" width="771" /></a></p>
<p>Ela deveria vigorar por 2 anos mas, passados quase 11 desde sua implementação, o que vemos é que a situação da Saúde no Brasil não mudou muita coisa. O SUS – Sistema Único de Saúde – continua uma lástima, e a população que depende de tais serviços (cerca de 75%) por não poder pagar um plano privado, está abandonada e imersa no caos que são os Hospitais Públicos. Não, não se trata de pleonasmos ou eufemismos. O gasto com saúde no Brasil não passa de 200 dólares por habitante/ano. Duzentos Dólares! Países como o Canadá e França gastam cerca de 1.800, só para se ter uma idéia.</p>
<p>Quer algo absurdo? Ok, vamos lá. A CPMF é um imposto cumulativo, ou em efeito cascata. Isso quer dizer que a mesma contribuição é paga várias vezes sobre o mesmo capital.  Vejamos um exemplo, publicado pela revista <a href="http://veja.abril.com.br/" title="Revista Veja" target="_blank">Veja</a>:</p>
<p><a rel="lightbox" href="http://administrando.net/wp-content/uploads/2007/08/cpmf.png" title="CPMF"><img src="http://administrando.net/wp-content/uploads/2007/08/cpmf.png" style="width: 304.197px; height: 98.5293px" alt="CPMF" height="206" width="636" /></a></p>
<p>Quer algo ainda mais absurdo? Suponha que você vá pagar algum imposto fixo (IR, COFINS, etc) através de sua conta bancária. Você vai estar pagando um imposto, e sobre este pagamento, será cobrado outro imposto, a CPMF!</p>
<p>Em 2006, foram <a href="http://www.xocpmf.com/index.php?modulo=cpmfestados" title="Arrecadacao da CPMF por Estados" target="_blank">arrecadados</a> 32.090.257.200,75. 32 Bilhões de Reais. Desse valor, 25% vêm de pessoas físicas, como você e eu. Muita coisa para uma alíquota de “apenas” 0,38%, não?</p>
<p>“Mas quem é você para falar que a CPMF não é boa?” Ok, ok. Que tal um <a href="http://www.xocpmf.com/UserFiles/File/Estudo_Banco_Central_Trabalho_para_discuss%E3o_21_Os_Impactos_Econ%F4micos_da_CPMF_-_Teoria_e_Evid%EAncia..pdf" title="Estudo do Banco Central sobre a CPMF" target="_blank">estudo</a> feito pelo <a href="http://www.bcb.gov.br/" title="Banco Central do Brasil" target="_blank">Banco Central</a>? O grifo é meu:<br />
<b>Em suma, a teoria econômica, a experiência internacional e a evidência brasileira indicam que a CPMF apresenta significativas deficiências como instrumento de arrecadação.</b> E agora, você acredita em mim?</p>
<p>O Governo planeja prorrogá-la por mais tempo, e transformá-la em imposto permanente (já existe projeto de lei para isso).</p>
<p>A sociedade civil organizada não pode deixar que isso ocorra. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo,<a rel="lightbox" href="http://administrando.net/wp-content/uploads/2007/08/logo.gif" title="Xo CPMF"><img src="http://administrando.net/wp-content/uploads/2007/08/logo.gif" style="width: 98.0217px; height: 102.745px" alt="Xo CPMF" align="right" /></a> juntamente com outras <a href="http://www.contraacpmf.com.br/entidades.asp" title="Entidades que apoiam a campanha contra a CPMF" target="_blank">entidades</a>, encabeçam a campanha “Sou contra a CPMF”.</p>
<p>Apóie esta causa – que também é sua – assinando o <a href="http://www.contraacpmf.com.br/cpmf.asp" title="Abaixo assinado contra a CPMF" target="_blank">abaixo-assinado</a> que será encaminhado ao poder público competente.</p>
<p>Se você possui um blogue, aproveite para divulgar a campanha e a mobilizar mais pessoas, para que nós brasileiros sejamos desonerados desse ônus.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.xocpmf.com" title="Xô CPMF!" target="_blank">Movimento Xô CPMF</a></li>
<li><a href="http://www.contraacpmf.com.br" title="Campanha contra a CPMF" target="_blank">Campanha contra a CPMF</a></li>
</ul>
</div>
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		<title>ENEAD 2007: Independência financeira, elite de gestão e sem décadas perdidas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 15:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido a migração do blog, acabei não escrevendo o último relato sobre o Enead 2007. Pois bem, vamos ao que aconteceu no último dia de cobertura do evento. A primeira palestra foi do professor da FIA e escritor de livros sobre finanças Gustavo Cerbasi. Sua apresentação, Como conquistar e manter sua independência financeira, manteve o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<p>Devido a <a href="http://http://administrando.net/administrandonet-em-novo-servidor/" title="Administrando.net em novo servidor">migraçã</a>o do blog, acabei não escrevendo o último relato sobre o <a href="http://www.eneadfortaleza.com.br/" title="ENEAD Fortaleza" target="_blank">Enead 2007</a>. Pois bem, vamos ao que aconteceu no último dia de cobertura do evento.</p>
<p>A primeira palestra  foi do professor da <a href="http://www.fia.com.br/" title="Fundação Instituto de Administração" target="_blank">FIA</a> e escritor de livros sobre finanças  <a href="http://www.maisdinheiro.com.br/oautor.htm" title="Gustavo Cerbasi" target="_blank">Gustavo Cerbasi</a>. Sua apresentação, <em><strong>Como conquistar e manter sua independência financeira</strong></em>, manteve o público de olhos bem abertos. Baseada no livro <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=192401&amp;ST=CM11655&amp;franq=251683" title="Submarino - Dinheiro: os segredos de quem tem" target="_blank">Dinheiro: os segredos de quem tem</a>, a palestra destacou o problema cultural do brasileiro em relação à finanças, e algumas da alternativas que o autor recomenda, <img src="../wp-content/uploads/2007/07/livro-cerbasi.thumbnail.jpg" style="width: 86.6052px; height: 111.537px" alt="Dinheiro: Os segredos de quem tem" align="right" height="170" width="132" />ao longo de sua carreira como consultor de finanças pessoais.</p>
<p>Segundo Cerbasi, os principais erros das pessoas pobres são:</p>
<ul>
<li>Desprezo para com os pequenos valores</li>
<li>Desprezo de uma boa negociação;</li>
<li>Não saber aonde quer chegar;</li>
<li>Ausência de percepção.</li>
</ul>
<p>Para demonstrar, ele usou um exemplo que também costumo passar aos meus amigos, que é a questão dos juros de cartão de crédito versus um empréstimo pessoal. Muitas pessoas erroneamente preferem pagar uma taxa absurda de juros às operadoras de cartão, podendo optar por pedir um empréstimo pessoal(comumente concedido a qualquer correntista, por praticamente todos os bancos), a juros bem mais baixos. De fato, segundo o IBOPE, o brasileiro gasta 30% do seu salário em pagamento de juros.</p>
<p>Cerbasi também falou sobre os ingredientes para uma abundância financeira:</p>
<ul>
<li>Tempo;</li>
<li>Juros compostos;</li>
<li>Decisões inteligentes (reinvestir);</li>
<li>Dinheiro;</li>
</ul>
<p>Com uma abordagem simples e divertida, Cerbasi impressionou o auditório, que permaneceu lotado até o fim da palestra. Muito em breve o administrando.net estará resenhando os excelentes <a href="http://www.submarino.com.br/books_more.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ArtistId=99060&amp;Type=1&amp;ST=CM11655&amp;franq=251683" title="Livros de Gustavo Cerbasi" target="_blank">livros do autor</a>. Aguarde.</p>
<p><img src="http://administrando.net/wp-content/uploads/2007/07/financas1.jpg" style="width: 137.781px; height: 97.1028px" alt="Finanças" align="left" height="148" width="210" />Seguindo com a programação, tivemos a palestra <em><strong>Formação e desenvolvimento de uma elite de gestão para o Século XXI</strong></em>, com o Professor Dr. Cléber Aquino, da <a href="http://www.erudito.fea.usp.br/portalfea/" title="Faculdade de Economia Administração e Contabilidade - USP" target="_blank">FEA/USP</a>. Com um humor refinado, o professor Cléber, apesar de não usar slides em sua apresentação, despertou o interesse dos alunos presentes através de uma abordagem nada usual.</p>
<p>Ele resaltou os principais problemas da educação brasileira, que não forma corretamente administradores de alto desempenho, mas empregados para o mercado. Forneceu exemplos de empresas que, por não serem geridas por executivos, deixam de se alavancar e crescer. Segundo Cléber, o foco do ensino deveria estar no desenvolvimento profissionais destes líderes do futuro, que de maneira descontraida, apelidou-a de pedagogia do sofrimento.  <em>Devemos focar no desenvolvimento da pessoa, e não no cognitivo</em>, ressaltou o professor ao final de sua apresentação.</p>
<p>Finalizando as apresentações, tivemos a palestra do Prof. Dr. Roberto Macedo, intitulada  <strong>O Mercado Brasileiro sem Décadas Perdidas.</strong> Abordagem interessantíssima do também professor da FEA e colunista semanal no Jornal O Estado de São Paulo. Através de uma análise da micro e da macroeconomia, o professor mostrou que não houve  décadas perdidas para o Brasil e, com dados do IBGE, que a indústria brasileira cresceu 580,52% nas chamadas &#8220;décadas perdidas&#8221;, consideradas assim as décadas de 80 e 90. Também mostrou os problemas relacionados a baixa taxa de investimento (1,5% do PIB, enquanto a China investe 45%), a elevada carga fiscal (36% do PIB).  Tema tão interessante que vale até um próximo artigo para o administrando.net!</p>
<p>Em resumo, o Enead 2007 foi marcado por excelentes apresentações. Meus parabéns aos organizadores!</p>
</div>
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		<title>ENEAD 2007: Oceano azul, giraffas e o mercado de capitais.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2007 16:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda tarde de apresentações do ENEAD começou com a palestra de Gilberto Braga, professor do IBMEC Rio, sobre mercado de capitais.Foram apresentados alguns dados sobre o nível de investimento no Brasil. Segundo a ANBID, os fundos de investimento no país chegam ao montante de 1 trilhão e 39 bilhões de Reais. Dado interessante é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A segunda tarde de apresentações do <a href="http://www.eneadfortaleza.com.br" target="_blank" title="ENEAD Fortaleza">ENEAD</a> começou com a palestra de <a href="mailto:gbraga@ibmecrj.br" target="_blank" title="Gilberto Braga">Gilberto Braga</a>, professor do <a href="http://www.ibmecrj.br/sub/RJ/" target="_blank" title="Ibmec-Rio">IBMEC Rio</a>, sobre mercado de capitais.Foram apresentados alguns dados sobre o nível de investimento no Brasil. Segundo a <a href="http://www.anbid.com.br/" target="_blank" title="ANBID">ANBID</a>, os fundos de investimento no país chegam ao montante de 1 trilhão e 39 bilhões de Reais. Dado interessante é a participação de pessoas físicas na Bovespa, que correspondem a 25%.<img src="http://www.administrando.net/wp-content/uploads/2007/07/money.jpg" alt="Capital" id="image50" align="right" height="153" width="173" /></p>
<p>A primeira legislação brasileira sobre o assunto data de 1882, por decreto imperial. Na atualidade, o sistema é regido por Lei instituída em 1978, com a criação da Comissão de Valores Imobiliários – <a href="http://www.cvm.gov.br/" target="_blank" title="Comissão de Valores Mobiliarios">CVM</a>.</p>
<p>Mas o que é um valor imobiliário? De acordo com a própria CVM, são títulos emitidos por empresas para captar, junto ao público, recursos destinados ao financiamento de suas atividades. A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6385.htm" target="_blank" title="Lei 6385">Lei 6.385/76</a> tipifica os valores imobiliários, entre os quais encontram-se ações, Debêntures simples e conversíveis, notas promissórias e cotas de fundos de investimento.</p>
<p>Foi uma interessante visão sobre o tema. O palestrante encerrou dizendo que “Saber gerir é tão importante quanto ter boas idéias” e que “não há como se pensar em Administração sem um bom domínio do mercado de capitais”.</p>
<p>Em seguida, o professor Paulo Prochno, também do IBMEC Rio, iniciou sua palestra “Administração competitiva (?)”. Nela foi apresentada um modelo de competitividade e inserção no mercado conhecido como Estratégia do Oceano Azul. Ela propõe uma abordagem sistemática para tornar a concorrência irrelevante, adotando um novo pensamento estratégico.<img src="http://www.administrando.net/wp-content/uploads/2007/07/oceano-azul.jpg" alt="Oceano Azul" id="image51" align="right" height="204" width="153" /></p>
<p>Para obter maior vantagem competitiva, as empresas têm entrado em uma guerra de preços  e encolhimento de margens de lucro (oceano vermelho). A estratégia do Oceano Azul, prega a busca por novas formas de interação com o mercado, onde algumas empresas, fugindo da competição direta, tem conquistado uma maior lucratividade adotando estratégias que ressaltam características muitas vezes negligenciadas pelos líderes de mercado.</p>
<p>Para saber mais sobre esse interessante tema, uma boa pedida é o Livro <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=284939&amp;franq=141694&amp;franq=251683" target="_blank" title="A estratégia do Oceano Azul">A estratégia do Oceano Azul – Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante</a>, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne.</p>
<p><img src="http://www.administrando.net/wp-content/uploads/2007/07/giraffas.gif" alt="Giraffas" id="image52" align="left" />Por último, foi mostrado o caso da franquia de fastfood <a href="http://www.giraffas.com.br/" target="_blank" title="Giraffas">Giraffas</a>. Foi mais um histórico da Empresa, mostrando desde o seu início em 1981 com uma loja, até o presente, com mais de 263 PDVs e uma receita estimada para 2007 de 283 milhões de reais. Curioso saber que uma rede que cresce bastante e é líder no mercado de grelhados não investir no Norte – Nordeste. Para se ter uma idéia, em toda a região Nordeste são apenas 6 unidades, enquanto só em São Paulo existem 88.</p>
<p>E assim termina mais um dia palestras no <a href="http://www.eneadfortaleza.com.br/" target="_blank" title="ENEAD Fortaleza">ENEAD Fortaleza</a>. Acompanhem as demais palestras no decorrer da semana através de nossos posts.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conhecendo o ataque do leão</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2007 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eder L. Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde seu surgimento nas primeiras civilizações, os impostos têm como objetivo promover o desenvolvimento do Estado, fornecendo uma melhor infraestrutura ao seus cidadãos. Com o constante crescimento da máquina administrativa, novos tributos são criados para tentar manter as três esferas do Governo operantes.Cabe ao cidadão, porém, conhecer a real quantia, por sinal obrigatória, de seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Desde seu surgimento nas primeiras civilizações, os impostos têm como objetivo promover o desenvolvimento do Estado, fornecendo uma melhor infraestrutura ao seus cidadãos. Com o constante crescimento da máquina administrativa, novos tributos são criados para tentar manter as três esferas do Governo operantes.Cabe ao cidadão, porém, conhecer a real quantia, por sinal obrigatória, de seu salário que se destina ao pagamento de tais impostos. E ao fazer tão reflexão, percebemos o quão pesada é a carga tributária brasileira.Estamos falando de Bilhões de Reais recolhidos unicamente com o objetivo de bancar o funcionalismo público. Para se ter uma idéia, o <a href="http://www.ibpt.com.br" title="Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário" target="_blank">Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário</a> criou o <a href="http://www.impostometro.com.br/" title="Impostometro - quanto o Brasil arrecadou de impostos hoje" target="_blank">impostômetro</a>, um simulador em tempo real da quantidade de impostos recolhida em nosso país.Com o objetivo de esclarecer seus leitores sobre os mitos e verdades sobres o sistema tributário brasileiro, o administrando.net inicia suas atividades com uma pesquisa sobre a carga de impostos paga em nosso cotidiano. E nada melhor nesta época do ano do que uma pesquisa sobre material escolar.</p>
<p><span id="more-8"></span></p>
<table align="center" border="1" cellpadding="2" cellspacing="2">
<tr>
<td><strong>PRODUTOS</strong></td>
<td><strong>% DE TRIBUTOS</strong></td>
<td><strong>PREÇO(EM R$)</strong></td>
<td><strong>TRIBUTOS(EM R$)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Caderno universitário</td>
<td>36,19</td>
<td>2,85</td>
<td>1,03</td>
</tr>
<tr>
<td>Agenda escolar</td>
<td>44,39</td>
<td>2,99</td>
<td>1,33</td>
</tr>
<tr>
<td>Régua</td>
<td>45,85</td>
<td>0,30</td>
<td>0,14</td>
</tr>
<tr>
<td>Cola Tenaz</td>
<td>43,91</td>
<td>1,65</td>
<td>0,72</td>
</tr>
<tr>
<td>Lápis</td>
<td>36,19</td>
<td>0,25</td>
<td>0,09</td>
</tr>
<tr>
<td>Caneta</td>
<td>48,69</td>
<td>0,60</td>
<td>0,29</td>
</tr>
<tr>
<td>Apontador</td>
<td>44,39</td>
<td>0,35</td>
<td>0,16</td>
</tr>
<tr>
<td>Borracha</td>
<td>44,39</td>
<td>0,30</td>
<td>0,13</td>
</tr>
<tr>
<td>Fichário</td>
<td>40,58</td>
<td>6,50</td>
<td>2,64</td>
</tr>
<tr>
<td>Folhas para fichário</td>
<td>38,97</td>
<td>3,10</td>
<td>1,21</td>
</tr>
<tr>
<td>Mochilas</td>
<td>40,82</td>
<td>65,00</td>
<td>26,53</td>
</tr>
<tr>
<td>Lancheiras</td>
<td>40,94</td>
<td>23,00</td>
<td>9,42</td>
</tr>
<tr>
<td>Estojo para lápis</td>
<td>41,53</td>
<td>1,50</td>
<td>0,62</td>
</tr>
<tr>
<td>Tinta guache</td>
<td>37,33</td>
<td>2,98</td>
<td>1,11</td>
</tr>
</table>
<p align="center"><em>fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário   <img src="http://www.administrando.net/wp-content/uploads/2007/01/ic_selo_preco.gif" id="image16" alt="impostos" height="60" width="96" /></em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Veja que a maioria dos ítens tem tributos acima de 40%! Imagine a diferença que teríamos caso tributos tão pesados não incidicem sobre o preço final repassado ao consumidor.</p>
<p align="justify">E o susto não pára por ai. Vejamos o quanto de nosso orçamento é comprometido apenas com impostos.Através da <a href="http://www.contribuintecidadao.org.br/olhoImposto/index.php" title="Calculadora do Imposto" target="_blank">Calculadora do Imposto</a>, pude perceber que <strong>15,89%</strong>  do meu ganho bruto mensal foram engolidos pela União. <strong>11,97%</strong>  do meu salário foram usados para pagar impostos embutidos no preço final de produtos e serviços. Ou seja, <strong>27,86% do salário foram gastos apenas com impostos</strong>. Isto significa dizer que trabalho <font color="#ff0000"> 8  dia(s)</font> por mês, ou <font color="#ff0000"> 96  dia(s)</font> por ano, apenas para alimentar os governos federal, estadual e municipal.Além de pagar o meu salário, o meu empregador precisou pagar ao Governo mais 43,96% do meu salário bruto. Deste modo, meu trabalho gera para o Governo <strong>71,82%</strong> do valor que eu recebo todo mês!</p>
<p>Analisando os dados, podemos tirar um indicativo sobre a crescente onda de trabalho informal, pois são quase 50% de impostos sobre o salário pago ao trabalhador, isso sem contar ICMS, COFINS, CPMF, e tantos outros impostos.</p>
<p>Conscientize-se, conheça seus direitos e saiba como minimizar os efeitos dos impostos sorbre seu orçamento. Aproveite o espaço dedicado a comentários para deixar a sua opinião sobre o assunto.</p>
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